Depressão

Depressão

A DEPRESSÃO é uma doença médica bastante comum, mas muito sub-diagnosticada, sendo infelizmente considerada por muitos “frescura”, “mente fraca” ou até mesmo “doença de rico”. No entanto, é uma doença que afeta não somente nosso humor, energia e capacidade de sentir prazer, mas também vários sistemas fisiológicos do nosso corpo, prejudicando a estabilização de várias outras doenças.

Trata-se da segunda maior causa de perda de capacidade para o trabalho, ficando atrás somente das doenças cardíacas.

psiquiatra depressao

Diagnóstico do Tr. Depressivo

Para o diagnóstico preciso de um quadro depressivo, o fator mais importante é a avaliação com um psiquiatra com formação e experiência adequadas para o manejo da DEPRESSÃOCada paciente é único e, assim, cada quadro depressivo tem características individuais, cabendo ao psiquiatra a escolha certa do antidepressivo dentre várias medicações.

Geralmente seguimos essas etapas para a melhor condução do tratamento e diagnóstico:

1- Consulta com o paciente e avaliação da sua história e dos sintomas é a principal ferramenta para um bom diagnóstico. Infelizmente não há exames específicos, que detecte o quadro depressivo. Existe a coleta da dosagem sérica de serotonina, mas o resultado já é esperado vir abaixo do valor normal. Ou seja, não vale a pena.

2- Avaliação de histórico familiar, fatores de risco e fatores perpetuantes do quadro é realizada com o paciente e, em alguns casos, com os familiares.

3- Avaliação de outras doenças e de quadros que podem coexistir  é fundamental para a melhora do quadro. Assim, geralmente são solicitados exames de sangue e de neuroimagem para avaliar se existem alterações que podem contribuir para a diminuição do humor. Alguns exemplos são: tireoidopatia e outras alterações hormonais, anemia, hipovitaminose, entre outros.

4- Avaliações dos tratamentos prévios e dos efeitos colaterais. Caso já tenha tomado diversas medicações com respostas variáveis, pode-se solicitar o teste genético para analisar a forma de metabolização do organismo a cada medicação. Desse modo, podemos diferenciar entre metabolizador rápido e metabolizador lento, escolhendo a melhor medicação e a sua dosagem.

5- Planejamento individualizado do tratamento.

Tratamentos atuais para Depressão

O Tratamento para DEPRESSÃO tem começo, meio e fim. 

Realizando o tratamento corretamente, com toda a certeza não há necessidade de tomar cronicamente a medicação, ou melhor, é errado manter a medicação cronicamente. O objetivo do tratamento é alcançar a cura do Episódio Depressivo e posteriormente dar alta ambulatorial. É importante ressaltar que nenhum antidepressivo vicia, não muda a sua personalidade e não tem efeito colateral irreversível.

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Existem vários antidepressivos no mercado, cada um com mecanismo de ação diferenciado. Todos os antidepressivos são eficazes e, no entanto, vai do profissional escolher o mais adequado para cada indivíduo. Além disso, o médico deve escolher a medicação com maior chance de tolerabilidade para aquele indivíduo, aproveitando o “efeito colateral” ou o efeito secundário da medicação a favor do tratamento.

Mudança Comportamental
Não adianta somente tratar o quadro Depressivo com medicação e não descobrir a origem da piora do estado de Humor. O paciente até pode ter melhora do quadro e alta do tratamento, mas a chance de ter uma Recaída dos sintomas será alta. É preciso ter mudanças na estrutura interna e externa da sua vida.

É por esse motivo que as consultas psiquiátricas são sempre mais demoradas, a fim de junto com o paciente descobrir a origem dos sintomas e construir uma mudança e um fortalecimento psicodinâmico.

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No entanto, como uma consulta médica tem suas limitações, a psicoterapia passa a exercer um papel fundamental nesse processo. Tem como objetivo não só no desenvolvimento interno, mas sendo muito importante para a manutenção da estabilidade pós tratamento medicamentoso.

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Dicas para familiares

  1. Aceitem a possibilidade do seu familiar estar com DEPRESSÃO.
  2. Tente ajudar o familiar a manter uma rotina minimamente saudável. Acordar no horário correto, se alimentar nos horários corretos e tomar banho e higienizar.
  3. Não obrigue o paciente, mas seja insistente na medida certa.
  4. Esteja aberto a escutar mais e falar menos. A visão do depressivo obrigatoriamente estará distorcida, com idéias controversas e pessimistas. Mas nesse momento não ajudará em nada discutir os detalhes.
  5. Não leve receitas prontas como “se exercite todo dia que o humor vai melhorar” ou “sai com os amigos para se divertir”. A DEPRESSÃO é uma doença que incapacita o paciente a realizar coisas boas da vida. Se conseguisse fazê-los, não estaria depressivo. Essas sugestões acabam se tornando mais um peso e mais um fracasso ao paciente.
  6. Tente levar o paciente a alguma ajuda profissional. Pode ser uma ajuda espiritual, ajuda de algum terapeuta que não psicológico, mas o importante é dar o início a um processo de melhora.

Dica para o paciente

  1. Leia bastante sobre DEPRESSÃO.
  2. Caso ache que esteja com DEPRESSÃO, peça ajuda a alguém com quem consiga se abrir.
  3. Caso não tenha com quem contar, vá a alguma instituição terapêutica. Pode ser espiritual, psicoterapia ou Centro de Valorização da Vida. O importante é dar o ponta-pé.
  4. Tente ao mínimo manter a rotina saudável, alimentação saudável e a higienização.
  5. Não se exija de mais, faça o mínimo para sobreviver até conseguir ajuda.

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Dr. Thomas Katsuo Ito
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